Nascida a 20 de julho de 1984, em Guimarães, vive com dermatite atópica desde os primeiros meses de vida.
O percurso da doença tem oscilado, ao longo dos anos, entre períodos de quase remissão e fases de marcada exacerbação, que exigiram sucessivos tratamentos — incluindo corticoides orais, imunossupressores e fototerapia — que, embora eficazes a curto prazo, se revelaram incapazes de garantir um controlo sustentado da doença.
Desde 2019, realiza um tratamento inovador que, pela primeira vez, lhe permite manter a doença controlada e desfrutar de uma vida dita “normal”.
Apesar do impacto profundo da doença e do enorme sofrimento físico e psicológico — dificilmente traduzíveis em palavras — conseguiu construir um percurso académico e profissional na área do Direito e, em 2022, tornar-se mãe de uma menina saudável e feliz.